Comprar um imóvel representa um grande passo na vida de muitas pessoas. Isso porque a aquisição não está atrelada apenas ao patrimônio, mas também à segurança e tranquilidade. Para isso, é importante planejar-se para que não haja surpresas no futuro.

 Durante o processo, é comum surgirem algumas dúvidas em relação ao pagamento. A principal delas é referente à entrada. No post de hoje, vamos pontuar o que você precisa saber sobre a quitação da entrada.

Quanto devo reservar? O valor mínimo depende de muitos aspectos. No entanto, a maioria dos bancos exige que os compradores tenham, pelo menos, 20% do valor total da propriedade para dar de entrada.  Por exemplo, caso o imóvel seja avaliado em R$ 150 mil, o valor dado na entrada será de R$ 30 mil.

É possível comprar um imóvel sem entrada? Sim! A prática é pouco comum no mercado imobiliário, mas acontece. Um dos motivos para que isso não seja frequente, é o fato de que apenas a Caixa Econômica Federal aceite o financiamento sem entrada, em casos muito específicos – como o imóvel na planta e em algumas modalidades do “Minha Casa Minha Vida”. Por isso, é preciso ter cautela para evitar possíveis prejuízos no futuro.

Posso usar meu FGTS? Depende! No geral, os bancos já consideram que você tenha recursos financeiros para pagar o valor da entrada quando solicita um financiamento. Nesses casos, o FGTS só poderá ser utilizado para abater as parcelas remanescentes. Porém, há bancos – como a Caixa – que aceitam o fundo como forma de entrada para o financiamento de imóveis.

Há diferença entre imóveis novos e usados? Sim! O valor máximo financiado depende das condições do imóvel. Por isso, é possível que o banco cobre valores diferentes para propriedades novas e usadas.

Agora que você já sabe tudo sobre a entrada, está a um passo mais perto de conquistar seu próprio imóvel! A ADM está sempre disponível para sanar quaisquer dúvidas e auxiliar na busca pela casa ideal!